DIA MUNDIAL SEM CARRO!

DIA MUNDIAL SEM CARRO!

Apenas para refletir!

Hoje é comemorado o Dia Mundial sem Carro. A data foi criada com o objetivo de incentivar as pessoas a refletirem sobre os enormes problemas que o uso excessivo dos veículos, nas grandes cidades, pode causar ao meio ambiente e ao bem-estar da sociedade.

Os promotores do evento aconselham a população a deixar os carros e motos em casa e utilizar, durante o dia 22 de setembro, meios de transportes alternativos: transporte coletivo, bicicleta, caminhadas etc.

Origem do Dia Mundial Sem Carro

O Car-Free Day começou oficialmente na França, em 22 de setembro de 1997, e logo em seguida se espalhou por milhares de outras cidades europeias. Com o sucesso dos eventos, em 2002, a comissão organizadora do Dia Europeu Sem Carro, lançou a Semana Europeia da Mobilidade.

Dia Mundial Sem Carro no Brasil

No Brasil, a data foi comemorada pela primeira vez em 2001, nas cidades de Porto Alegre, Caxias do Sul e Pelotas (RS); Piracicaba (SP); Vitória (ES); Belém (PA); Cuiabá (MT), Goiânia (GO); Belo Horizonte (MG); Joinville (SC) e São Luís (MA), onde os participantes organizaram "bicicletadas" para celebrar o dia e conscientizar a população.

Inspirados no modelo europeu, o Brasil também aderiu à Semana da Mobilidade e, desde 2010, prepara uma agenda com discussões e atividades para ajudar a desenvolver um senso critico na sociedade sobre os grandes males que o CO2 liberado pelos carros e motos podem causar ao meio ambiente e à saúde humana. Este ano, a Semana da Mobilidade acontece entre os dias 17 e 23 de setembro, em várias cidades brasileiras.

Leitores do ArchDaily Brasil, no entanto, sabem que para nós, todos os dias deveriam ser sem carro, basta ver a enorme quantidade de artigos e matérias que temos publicado ao longo dos anos sobre o tema. Cidades de todo o mundo voltando-se para a mobilidade mais limpa e saudável; iniciativas comunitárias que buscam abrir espaço para pedestres e e ciclistas no espaço urbano: uma gradativa mudança no paradigma de mobilidade urbana que, embora ainda em estágios iniciais no Brasil, já dá sinais claros de que veio para ficar.

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