Vencer o preconceito é uma necessidade para a detecção precoce e cura do câncer de próstata

Médicos do Instituto de Oncologia do Hospital Felício Rocho se deparam, diariamente, com o desafio imposto pelos números do sexto tipo mais comum de câncer no mundo e o segundo mais incidente entre os homens brasileiros.

Denilson Santos Custódio: "cerca de 50% dos homens têm preconceito de ir ao urologista e, principalmente, de fazer o exame de toque. O incômodo se refere à exposição pessoal, porque o exame é indolor".

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